"Ana Mafalda Pinto de Oliveira, nasci no mês de Março, no ano de 1993 em Lisboa, Portugal. Foi no ano de 2006 que eu comecei a fotografar com uma simples máquina digital, uma HP Photosmart E427. Com apenas 6.4 megapixels, afirmavam que eu tinha um olhar bastante delicado. Então, a fotografia tornou-se uma paixão incurável para mim. Em 2008, tive a minha primeira máquina profissional e o meu empenho e o meu progresso tornou-se mais do que notável. De 2006 até ao presente, tenho conseguido cativar os olhos de pessoas inteiramente distintas umas das outras, fazendo com que o meu trabalho consiga sensibilizá-las. Nos dias de hoje, luto com todas as minhas forças e tento quebrar todas as barreiras que encontro no meu caminho para me tornar uma artista portuguesa. Desejo possuir muito mérito no que eu faço e ter muitos apreciadores da minha arte, sendo a própria diferenciada pelo meu toque pessoal. Acredito que uma máquina fotográfica pode-nos ser inteiramente fiel se soubermos utilizar correctamente a nossa visão. Não serve nada ter a melhor máquina fotográfica e possuir uns olhos "cegos" para o mundo. Há que saber observar as coisas com a maior intensidade possível e representar nelas arte: depois, há que sabe-las captar com uma máquina. O que mais prezo em mim são os meus olhos. Poderiam retirar-me tudo, mas se eu tiver para todo o sempre a capacidade de acordar e de ver o céu, pensarei para mim que estou a viver o meu sonho todos os dias."Sobre Mafalda Oliveira
"Ana Mafalda Pinto de Oliveira, nasci no mês de Março, no ano de 1993 em Lisboa, Portugal. Foi no ano de 2006 que eu comecei a fotografar com uma simples máquina digital, uma HP Photosmart E427. Com apenas 6.4 megapixels, afirmavam que eu tinha um olhar bastante delicado. Então, a fotografia tornou-se uma paixão incurável para mim. Em 2008, tive a minha primeira máquina profissional e o meu empenho e o meu progresso tornou-se mais do que notável. De 2006 até ao presente, tenho conseguido cativar os olhos de pessoas inteiramente distintas umas das outras, fazendo com que o meu trabalho consiga sensibilizá-las. Nos dias de hoje, luto com todas as minhas forças e tento quebrar todas as barreiras que encontro no meu caminho para me tornar uma artista portuguesa. Desejo possuir muito mérito no que eu faço e ter muitos apreciadores da minha arte, sendo a própria diferenciada pelo meu toque pessoal. Acredito que uma máquina fotográfica pode-nos ser inteiramente fiel se soubermos utilizar correctamente a nossa visão. Não serve nada ter a melhor máquina fotográfica e possuir uns olhos "cegos" para o mundo. Há que saber observar as coisas com a maior intensidade possível e representar nelas arte: depois, há que sabe-las captar com uma máquina. O que mais prezo em mim são os meus olhos. Poderiam retirar-me tudo, mas se eu tiver para todo o sempre a capacidade de acordar e de ver o céu, pensarei para mim que estou a viver o meu sonho todos os dias."
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