E eis-me presa à memória do teu cheiro, do escuro dos teus olhos castanhos, da tua alegria convicta que tem açucarado os meus dias. Não consigo concentrar-me. Passo os dias com os olhos sobre as letras dos livros que quero ler e não consigo entrar neles. Só vem à memória o momento tão inesperado, a reacção congelada do meu corpo e a reacção tão paralisada do meu rosto, acabando por me entregar.